Category Archives: Anguish

Solidão do super-homem [sentimento compartilhado]

Loucura Lou-cura Lou diva Salomés Ruínas do Batista e do Anticristo Precipício Pressuposto O suplício Dionísio Poeta Verdade que afeta Cárcere privado De chagas per-furado Sob o manto do profeta Porta trancada Teto que desce A-perto que aquece Dor que … Continue reading

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Sonic Youth – Icinerate

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#10/7/2007

Dormir e acordar não tinham mais diferença. Sempre havia escutado histórias tenebrosas ou mesmo visto seriados de ficção científica ondeo dia e a noite, memória e esquecimento, sono e vigília confundiam-se. Na verdade, já tinha escolhido isto enquanto estádio alcoólico, … Continue reading

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#387410285

“Pega um fósforo e bota fogo em tudo”! Afinal, de que vale uma vida sem incêndios? Refratário sigo por aí… Guarda-chuva idéias e uma certa saudade. Quem diria? Ainda que não se queira rotina também faz falta… (mais do que se imagina, permanece sem resposta)

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#743

Peguei pela palavra pé-de-vento coisa e tal. Que antes de sair correndo meio fugidia virou e disse “bateu asas e voou” Quem tropeça na vida sabe que pela letra não se constroem frases.

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Prá suportar uma costela de Adão

Vem, vem como um suspiro que, alegre, diz: “oi!” entusiasmado. Te encaixa como Amante deste Locatário senhor do peso e da história do fracasso Me ama como nunca amaste alguém porque te amo como se não amasse ninguém. Faz feliz, … Continue reading

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Leon

Leon: Toda ação é passiva de justificação. Não existe verdadeiro nem falso, eles são construções. O jogo determina as regras: o jogo é particular. A interpretação é sempre transcendente, mesmo quando visa a imanência. A imanência é o jogo. Mas, … Continue reading

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A insustentável leveza do ser – Kundera

Capítulo 17 Desde o primeiro dia de ocupação que os aviões russos se cruzavam durante toda a noite no céu de Praga. Tomas desabituara-se do barulho e não conseguia adormecer. Virava-se na cama, ao lado de Tereza já a dormir, … Continue reading

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Como reverter o cético-pessimista

Caindo a tarde ela estava decidida. Iria, finalmente, colocar as cartas na mesa uma vez que a relação estava em um estado insuportável. Logo chegava ele, com seu olhar sóbrio e perdido, negro, caminhar difícil e pesado. Tentava, ainda assim, … Continue reading

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Neruda

“Virás comigo”, disse sem que ninguém soubesse onde e como pulsava meu estado doloroso e para mim não havia cravo nem barcarola, nada senão uma ferida pelo amor aberta. Repeti: vem comigo, como se morresse, E ninguém viu em minha … Continue reading

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