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		<title>VII Semana Acadêmica da Filosofia &#8211; UFRGS</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poars1982</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academics]]></category>
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		<category><![CDATA[Semana acadêmica de Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[Este ano, a VII Semana Acadêmica da Filosofia da UFRGS dá seqüência as propostas de (i) valorizar a produção acadêmica no âmbito da pesquisa na área de filosofia – mas também em áreas que se avizinham da filosofia, e que exploram tal vizinhança, e (ii) incentivar à maior inclusão dos alunos de graduação no cotidiano [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poars1982.wordpress.com&blog=2561084&post=562&subd=poars1982&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:justify;">Este ano, a VII Semana Acadêmica da Filosofia da UFRGS dá seqüência as propostas de (i) valorizar a produção acadêmica no âmbito da pesquisa na área de filosofia – mas também em áreas que se avizinham da filosofia, e que exploram tal vizinhança, e (ii) incentivar à maior inclusão dos alunos de graduação no cotidiano da pesquisa acadêmica em filosofia.</div>
<div style="text-align:justify;">Desse  modo, estamos recebendo trabalhos de estudantes de graduação visando incluir não apenas resultados pontuais de pesquisa ou apresentação de monografias concluídas, mas resenhas, intenções de pesquisa, explorações sobre metodologia de pesquisa, apresentação do plano geral de projetos de pesquisa e trabalhos em progresso.</div>
<div style="text-align:justify;">Regulamento:  <a href="http://poars1982.files.wordpress.com/2009/07/2009_regulamento_vii_saf2.doc">2009_REGULAMENTO_VII_SAF</a></div>
<div style="text-align:justify;">Formulário de inscrição: <a href="http://poars1982.files.wordpress.com/2009/07/formulario_de_inscricao_vii_saf_ufrgs_20091.doc">formulario_de_inscricao_vii_saf_ufrgs_2009</a></div>
<div style="text-align:justify;">Mais informações: <a href="blogdocadafi.blogspot.com" target="_blank">Blog do Cadafi-UFRGS</a> ou pelo email: <a href="mailto:cadafi.ufrgs@yahoo.br"><span style="font-size:x-small;"><span lang="PT-BR">cadafi.ufrgs@yahoo.br</span></span></a><span style="font-size:x-small;"><span lang="PT-BR">.</span></span></div>
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		<title>Ser filósofo; ou, das duas primeiras lições de Filosofia</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 15:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poars1982</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essay]]></category>
		<category><![CDATA[Montaigne]]></category>
		<category><![CDATA[Philosophy]]></category>

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		<description><![CDATA[Ler Montaigne é sempre gratificante. Saímos, após cada ensaio, com a mesma motivação que instigava o autor: pintar a nós mesmos. Na verdade, caberia dizer, esboçar a nós mesmos, para seguirmos com a analogia. Ensaiar-se, esboçar-se, experimentar-se, sinônimos neste contexto onde cabe mais uma honestidade com nosso Eu, como nos colocamos no mundo agora (e, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poars1982.wordpress.com&blog=2561084&post=557&subd=poars1982&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Ler Montaigne é sempre gratificante. Saímos, após cada ensaio, com a mesma motivação que instigava o autor: pintar a nós mesmos. Na verdade, caberia dizer, esboçar a nós mesmos, para seguirmos com a analogia. Ensaiar-se, esboçar-se, experimentar-se, sinônimos neste contexto onde cabe mais uma honestidade com nosso Eu, como nos colocamos no mundo agora (e, portanto, como, neste instante, interpretamos todo nosso colocar-se), que um pensamento de coerência dura (que visa fugir de algum ressentimento com o que nós fazemos): assumir-se é assumir o que dizemos, dissemos e diremos como bom, mau, certo, errado, justo, injusto – honestidade, neste sentido, é coerência agora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Imbuído deste motor, lembrava eu das primeiras aulas de Filosofia. Lembrava, seja porque hoje estou formado, seja porque, hoje, estou preparando alguns projetos de pesquisa e, com isso, releio textos com distanciamento e saudosismo.<span id="more-557"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Fazer Filosofia, cursar Filosofia, em geral, é algo bastante penoso. Às vezes penso que a distinção entre senso comum e pensamento rigoroso é verdadeira de fato. Outras, penso que a dureza do contato com um pensar filosófico é porque ele é sistemático: é arrastar um problema para toda sua vida. Assim, podemos, um dia, acordar pensando sobre a continuidade das coisas, podemos ver uma cena e pensar sobre a justiça ou, mesmo, ouvir uma música e pensar sobre a sensação. Tudo isso em geral e abstratamente. A dureza de viver, só em pensamento, o mundo todo, é dureza de peso: quem pensa sente-se um Atlas, carregando o mundo, não nos ombros, mas às costas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pois bem, a esta dureza, nossas primeiras lições foram, por um lado, que ao nos formarmos em Filosofia, não ficamos filósofos. Filósofos foram àqueles que estudamos, que lemos. Pensamos juntos com eles mas não somos filósofos. Diferentes de engenheiros, que são assim porque se formaram em Engenharia, Médicos, Enfermeiros, Biólogos&#8230; todos estes, que recebem o certificado da sua Instituição de Ensino; ao contrário, nós, da Filosofia, recebemos o certificado de nossa Instituição, mas não recebemos o título. É algo parecido com ser um Santo: nunca se é Santo; é por uma Instituição, que não é somente terrena, e que é examinada após a morte do sujeito, que se recebe o cargo. Só se é Filósofo depois de morto? Não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Talvez, então, fosse algo como ser artista? Pois, assim como não se precisa freqüentar a Faculdade de Artes, pode-se, mesmo assim, sê-lo. Ou, pode-se freqüentar a mesma Faculdade e, ainda assim, não sê-lo. Ser artista depende de algo outro&#8230; Um gênio, quem sabe? Um talento oculto, reservado para poucos&#8230; Mas aí, não seria também como o Santo? Um pouco, eleito por Deus – e só sabemos dessa eleição após a morte do sujeito – que possui um Dom que será (no futuro) reconhecido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Talvez fosse melhor pensar como pensamos nossos (digo nossos porque nos chamamos de Professores de Filosofia) estudantes. Assim como eles, ao acertarem os exercícios de Matemática não se tornam matemáticos, nós, ao sermos aprovados em um curso de Filosofia, não nos tornamos filósofos. Interessante pensamento que ainda assim, remete para algo outro a institucionalização do pensamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">A isso, poderíamos pensar assim: se Filosofia lida como pensamento, somos, então, professores de pensamento, sem sermos pensadores. Somos reprodutores do que os pensadores pensaram e, portanto, um algum outro – um dia quem sabe – reconheça que também pensamos. O novo, só é instituído por mim quando reconhecido por um outro: ser filósofo seria isso. Sou filósofo quando a Filosofia (seja lá o que seja isso) me reconheça em suas páginas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Se, por um lado, isso traz uma beleza (assim como o mito do Gênio, para as artes), esconde toda Institucionalização, real, que a Filosofia possui. Como toda área, ela produz, publica, possui critérios estritos para o que lá é pensado&#8230; Critérios tão bem elaborados que consegue institucionalizar o pensamento, naqueles que ela mesma forma de que, mesmo formados, ainda assim, não fazem parte dela. São apêndices: professores de Filosofia, reprodutores dos Filósofos. (Além de esconder a falsa idéia de que um professor é um reprodutor de pensamento. Mas isso pode ser pensado outra hora – e talvez, numa Faculdade de Educação, para preservarmos as purezas das áreas e nos descomprometermos com problemas que não consideramos relevantes).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pois bem: estou formado e não sou filósofo. Sou professor de Filosofia. Essa é minha primeira lição. Ensinada desde os primeiros dias, quando, a uns poucos, anunciava-se, junto de sua empolgação e excitação que todo início carrega consigo, anunciava-se o rigor, a castração, o peso da tradição: a dureza da Filosofia. (Um mito é bom porque também nos permite fazer esse recurso de pensamento – <span style="text-decoration:underline;">A</span> Filosofia passa a ser uma instituição, tão abstrata, composta por sabe-se lá Deus quem, mas, ainda assim, real porque nos causa medo e admiração, desejo e repulsa.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">A segunda lição, mais tranqüila, quem sabe, é a de que A Filosofia não é uma Ciência. E, não é Ciência porque não possui objeto. Talvez muitos de nós não tenhamos tido tempo para pensar isso. Talvez até porque estivéssemos desesperados em passar e, assim, não mostrar que se aprendeu as primeiras lições de um curso já seria indício de (i) perecermos como Professores de Filosofia e, (ii) rodarmos nas primeiras disciplinas do curso. Então, talvez, naquele momento, tivesse sido melhor decorar, escrever e reescrever, gravar e ouvir estas palavras, reproduzi-las nas provas e, também, dizer aos outros que não somos cientistas e, frente aos olhares interrogativos e ouvidos curiosos, cuspir tudo que este professor disse (que foi ouvido, copiado e escrito muitas vezes&#8230; decorado, quem sabe?)com a certeza de que não encontraríamos sujeito que não estivesse convencido. E se, esse existisse, assim como este professor fez (e nós bem vimos, e aprendemos para não fazer igual), e se existisse e ousasse perguntar ou questionar, vomitaríamos citações, desqualificaríamos o sujeito (ele não pensa logicamente&#8230; seu argumento é inválido&#8230; sua premissa é inconsistente), ganharíamos a platéia e sairíamos com um sorrisinho malicioso nos lábios: somos amigos da verdade e inimigos da falsidade e do erro. Somos um pouco filósofos (embora, talvez, a mesa não saiba que seremos, talvez para sempre, tão somente professores de filosofia. Algumas vezes estamos livres do embaraço).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Pois bem, isso tudo e a Filosofia não tem objeto. Que seja. Que não tenha mesmo (o que, ainda, poderia ser dubitável). Que aceitemos isso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Agora, o difícil de aceitar é: porque uma ciência DEVE ter um objeto? Ou, que critério é esse, de onde ele sai, para desqualificar um campo de conhecimento? Afinal: existem filósofos, existem Faculdades de Filosofia, existem Professores de Filosofia, existem pesquisas em Filosofia, livros de Filosofia, Revistas de Filosofia, Charlatães da Filosofia&#8230; tudo isso, um grande sistema que, como todo sistema, gera dinheiro (não tanto quanto os banqueiros, empresários, administradores, advogados, médicos, corruptos&#8230; mas que gera, gera). Tem disputa, tem critério, tem sacanagem, tem paternalismo, tem desemprego, tem bibliografia, tem faculdade, tem rubrica no CNpQ&#8230; Tem tudo que qualquer campo científico tem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Mas não é Ciência. E isso, porque não tem objeto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Agora, formado, me dedico a pensar isso. Talvez porque tenha bastante tempo (afinal, ser professor de Filosofia, formado, é, no mais das vezes, também, ser desempregado). Ou porque seja um ressentido (afinal, A Filosofia não fez de mim filósofo – e, talvez, nunca faça). Ou então, porque não acredite muito nas nossas duas primeiras lições.<br />
Seja o que seja, prefiro os Ensaios de Montaigne que, a meu ver, são mais próximos da vida vivida que a dureza filosófica com seus critérios meio divinos, meio míticos (místicos?) que toda área acadêmica (e científica) têm.</span></p>
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		<title>Arqueologia da Violência &#8211; Pierre Clastres</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 15:30:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Download do livro na íntegra: clique aqui.
Via www.bibliotecanomade.blogspot.com.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Download do livro na íntegra: clique <a href="http://www.4shared.com/file/37698907/959abcb7/Pierre_Clastres_-_Arqueologia_da_violncia.html?dirPwdVerified=5c5fc16c" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Via <a href="http://www.bibliotecanomade.blogspot.com">www.bibliotecanomade.blogspot.com</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poars1982.wordpress.com/554/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poars1982.wordpress.com/554/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poars1982.wordpress.com/554/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poars1982.wordpress.com/554/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poars1982.wordpress.com/554/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poars1982.wordpress.com/554/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poars1982.wordpress.com/554/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poars1982.wordpress.com/554/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poars1982.wordpress.com/554/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poars1982.wordpress.com/554/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poars1982.wordpress.com&blog=2561084&post=554&subd=poars1982&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hegel, Idealism and Analytic Philosophy &#8211; Rockmore</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 14:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poars1982</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analytic Philosophy]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Idealism]]></category>
		<category><![CDATA[Philosophy]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Rockmore]]></category>

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		<description><![CDATA[Contents + Introduction: clique aqui.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Contents + Introduction: clique <a href="http://yalepress.yale.edu/yupbooks/excerpts/rockmore_hegel.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>O que é a filosofia para Hegel</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 14:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>poars1982</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Philosophy]]></category>

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		<description><![CDATA[Hegel busca resgatar para o debate toda filosofia que o precede para demonstrar que &#8220;(&#8230;)a relação dos sistemas filosóficos do início para com os que vieram mais tarde é em geral a mesma relação dos graus anteriores da idéia lógica para com os posteriores; e, na verdade, de modo que os posteriores contenham em si os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poars1982.wordpress.com&blog=2561084&post=550&subd=poars1982&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Hegel busca resgatar para o debate toda filosofia que o precede para demonstrar que <em>&#8220;(&#8230;)a relação dos sistemas filosóficos do início para com os que vieram mais tarde é em geral a mesma relação dos graus anteriores da idéia lógica para com os posteriores; e, na verdade, de modo que os posteriores contenham em si os anteriores como suprassumidos. É esse o verdadeiro significado da refutação – que ocorre na história da filosofia, e é tantas vezes mal entendida – de um sistema filosófico por outro, e, mais precisamente, do sistema anterior pelo posterior (&#8230;) Ora, bem: ainda que se possa conceder que todas as filosofias foram refutadas, deve-se ao mesmo tempo afirmar também que nenhuma filosofia foi refutada; e ainda que também que não pode ser refutada.(&#8230;)Qualquer sistema filosófico tem que ser considerado como a exposição de um momento particular, ou de um grau particular no processo-de-desenvolvimento da Idéia.&#8221; </em><span> (Hegel</span>, adendo ao §86 da Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio, 1830)</p>
<p style="text-align:justify;">[Roubado da Juliana]</p>
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