Rodrigo Duarte – Teoria Crítica da Indústria Cultural

084.jpgVilém Flusser diz, sobre a televisão, que nela existe uma desproporção entre sua simplicidade operacional – basta ligar o aparelho e selecionar o canal desejado – e sua complexidade estrutural, i.e., um sistema em cuja produção existem inúmeras e intrincadas mediações, que não são de modo algum ‘visíveis’ a olho nu, comportanto uma considerável perda de autonomia por parte do usuário: ‘Em jogos estruturalmente complexos e funcionalmente simples existe o perigo de que o ‘jogador’ se torne a bola do jogo, porque ele parece dominar de tafo forças que lhe são misteriosas, mas pode ser tragado por essas forças exatamente porque elas lhe permanecem misteriosas’. (Für eine Phänomenologie des Fernsehens, p. 106).

In: DUARTE, Rodrigo. Teoria crítica da indústria cultural, Belo Horizonte, Editora UFMG, 2003. p. 189, nota 1

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