Monthly Archives: February 2008

“Sorria, meu bloco vem bem, descendo a cidade…”

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Central chegooouuu, ô, ô, ô…
Central chegooouu.

O quê Porto Alegre viu, mas nunca mais viu: o tradicional Carnaval de rua da cidade.

É só chegar e brincar na folia, sem ingresso, sem abadá, sem fantasia!

“Central do Samba”, “Afrosul Odomodê”, “Maracatú Truvão” e “Bloco da Bacalho”… Estes 4 blocos se encontrarão no Largo Zumbi dos Palmares (Epatur) de onde partirão unidos invadindo a Cidade Baixa!

A concentração do Central do Samba será na Usina do Gasômetro, às 15h.

A bateria já estará aquecendo os tamborins para arrastar o povo pelas ruas!

Fonte: Instituto Brasilidades 

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O nativo relativo – Viveiros de Castro

�ndios brasileirosVIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. O nativo relativo. Mana, abr. 2002, vol.8, no.1, p.113-148. ISSN 0104-9313.

Este artigo tenta extrair as implicações teóricas do fato de que a antropologia não apenas estuda relações, mas que o conhecimento assim produzido é ele próprio uma relação. Propõe-se, assim, uma imagem da atividade antropológica como fundada no pressuposto de que os procedimentos característicos da disciplina são conceitualmente de mesma ordem que os procedimentos investigados. Entre tais implicações, está a recusa da noção corrente de que cada cultura ou sociedade encarna uma solução específica de um problema genérico, preenchendo uma forma universal (o conceito antropológico) com um conteúdo particular (as concepções nativas). Ao contrário, a imagem aqui proposta sugere que os problemas eles mesmos são radicalmente diversos, e que o antropólogo não sabe de antemão quais são eles.

Palavras-chave : Conhecimento Antropológico; Imaginação Conceitual; Cultura; Relação; Perspectivismo.

Download: Nativo Relativo – Viveiros de Castro

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Teoria do não-objeto – Ferreira Gullar

Lygia Clark(Teoria do Não-Objeto apareceu numa edição do Suplemento Dominical do Jornal do Brasil como contribuição à II Exposição Neoconcreta, realizada no salão de exposição do Palácio da Cultura, Estado da Guanabara, de 21 de novembro a 20 de dezembro de 1960.)

A expressão não-objeto não pretende designar um objeto negativo ou qualquer coisa que seja o oposto dos objetos materiais com propriedades exatamente contrárias desses objetos. O não-objeto não é um antiobjeto mas um objeto especial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais: um corpo transparente ao conhecimento fenomenológico, integralmente perceptível, que se dá à percepção sem deixar resto. Uma pura aparência. Continue reading

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Il Postino

“O mundo inteiro é a metáfora de qualquer coisa.”

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Borges – Elogio da Sombra

A velhice (tal é o nome que os outros lhe dão)
pode ser o tempo de nossa felicidade.
O animal morreu ou quase morreu.
Restam o homem e a sua alma.
Vivo entre formas luminosas e vagas
que não são ainda a escuridão.
Buenos Aires,
que antes se espelhava em subúrbios
em direção à planície incessante,
voltou a ser La Recoleta, o Retiro,
as precárias casas velhas
que ainda chamamos o Sul. Continue reading

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Queens of the stone age – Go with the flow

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Renato russo – Comédia romântica

Eu tenho os meus amigos e quando a vida dói eu tento me concentrar num caminho fácil..

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