Monthly Archives: May 2008

O conflito entre a natureza humana e a condição humana no contexto atual das ciências sociais – Héctor Leis

 

 

 

RESUMO

O conhecimento é marcado por duas culturas distintas: uma que promove a interação entre os diferentes objetos de estudos e outra que os exclui, marcada por especializações e que caracteriza a Modernidade. O trabalho inter e transdisciplinar sobre problemas preementes do presente momento possibilita romper com essa última perspectiva. Várias são as proposições apresentadas para a sua efetivação, sendo que no presente texto a abordagem ressalta a perspectiva das ciências sociais na construção interdisciplinar do conhecimento. A dimensão ambiental do conhecimento permeia a reflexão aqui elaborada.

 

Palavras-chave: natureza humana, condição humana, interdisciplinaridade, modernidade, ciências sociais.

conflito-natureza-condicao-humana-leis

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A origem da tragédia – Nietzsche

http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/tragedia.html

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”Maio de 68” o que virou? – Paulo Ghiraldelli Jr.

”Maio de 68” não representa mais nada de importante? Depois de 40 anos das revoltas da juventude no mundo todo – por motivos variados em cada país -, o movimento que alguns chamaram de as ”barricadas do desejo” é visto como tendo fracassado e, ao mesmo tempo, mudado o mundo. Há alguma utilidade na sua lembrança senão a de criar algumas mesas-redondas em universidades? Continue reading

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Die fröhliche Wissenschaft

http://www.zhurnal.ru/magister/library/babilon/deutsche/nietz/nietz11g.htm

Friedrich Nietzsche, Die fröhliche Wissenschaft (“la gaya scienza”)

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The Sounds of Silence: John Cage and 4’33” – Larry Solomon

ABSTRACT: The purpose of this essay is to examine the aesthetic behind Cage’s “silent” composition, 4’33”, to trace its history, and to show that it marked a significant change in John Cage’s musical thought — specifically how it forms a point-of-no-return from the conventional communicative, self-expressive and intentional purpose of music to a radical new aesthetic that informs the field of unintentional sound, interpenetration, chance, and indeterminacy. The compositional process is described, both the writing of 4’33” and its evolution from past thought. Implications for performance are examined, and recommendations are made.

http://solomonsmusic.net/4min33se.htm

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Water Walk – John Cage

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Prá suportar uma costela de Adão

Vem, vem
como um suspiro que, alegre, diz:
“oi!”
entusiasmado.

Te encaixa como Amante
deste Locatário
senhor do peso e da história do fracasso

Me ama como nunca amaste alguém
porque te amo como se não amasse ninguém.

Faz feliz, faz.
Alegre e triste, faz.
presente ou ausente,
faz…

Faz, como bicho carente
que, silenciosamente, se aquieta nos meus braços
no meu peito.

Faz!

 

“Pauca, sed bona”

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Aisthe

AISTHE é o periódico da linha de estética do programa de pós-graduação em filosofia da ufrj. A revista publica anualmente os trabalhos apresentados no seminário permanente Aisthe, textos de autores convidados e textos submetidos ao conselho editorial. O seu objetivo é abarcar, com os conteúdos dos artigos, diversas perspectivas da estética, da filosofia da arte e da interpretação de obras artísticas. Sua comissão editorial é integrada por todo o corpo docente da linha de pesquisa em estética da ufrj e colaboradores; o conselho editorial é composto por estudiosos renomados internacionalmente.

A versão virtual da revista dispõe de elos para os eventos promovidos pela linha de estética: seminários, exposições e congressos; elos para outras publicações virtuais afins e elos para portais de arte, correlacionados aos textos publicados.

A edição inaugural de 2007 é uma homenagem póstuma a Gerd Bornheim, eminente professor de estética que fez frutificar a reflexão sobre as artes em nossa universidade e por onde passou, em todo o país. Os artigos foram encomendados a seus ex-alunos e ex-colegas, salvo o de Seloua Luste Boulbina, professora do Collège International de Philosophie, que encerrou o seminário Aisthe em 2006 com a conferência ora publicada.

Link: http://www.ifcs.ufrj.br/~aisthe/

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Carito – Mercedes Sosa

Carito – Mercedes Sosa

Composição: Antonio Tarragó Ros

Sentado sólo en un banco en la ciudad
con tu mirada recordando el litoral
tu suerte quiso estar partida
mitad verdad, mitad mentira
como esperanza de los pobres prometida.

Andando sólo bajo la llovizna gris
fingiendo duro que tu vida fue de aquí
porque cambiaste un mar de gente
por donde gobierna la flor
mira que el río nunca regaló el color.

Carito suelta tu pena
se haga diamante tu lágrima entre mi cuerda,
Carito, suelta tu piedra
para volar como el corcel en primavera.

En Buenos Aires los zapatos son modernos
pero no lucen como en una plaza de un pueblo
deja que tu luz chiquitita
hable en secreto a la canción
para que te acaricie un poco más el sol.

Cualquier semilla cuando es blanda quiere ver
la misma estrella de aquel amanecer
que la salvó del pico agudo
refugiándola a lo oscuro
de la gaviota arrasadora de los surcos.

Carito yo soy tu amigo
te ofrezco árbol para tu nido,
Carito, suelta tu canto
que el abanico de mi acordeón lo está esperando.

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ARGUMENTAÇÃO E HABILIDADES COMO PRÁTICA DOCENTE EM FILOSOFIA

José Leonardo Annunziato Ruivo
Graduando em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Jleonardo_ruivo@yahoo.com.br

RESUMO

A prática educacional, em geral, move-se no âmbito da política e no âmbito da teoria do conhecimento. Ou seja, se de um lado temos uma concepção de estado, de outro, temos uma concepção de sujeito que as práticas educacionais devem efetivar. Neste sentido, o presente trabalho pretende, inicialmente, retomar o debate acerca dos currículos de Filosofia a partir da Reforma Benjamin Constant, de 1891, que apontava como meta para esta disciplina a efetivação dos ideais de progresso e de nação, instituídos na Proclamação da República de 1889. Pretende-se percorrer, respectivamente, as reformas Francisco Campos, Capanema e as leis 4024/61 e 5692/71 que demarcam grandes perdas do campo do ensino de Filosofia no Brasil. Por outro lado, veremos que a publicação da Lei 9394/96 (LDB), e de seu polêmico artigo 36, marcam a possibilidade do retorno da obrigatoriedade do ensino de Filosofia nas escolas. Num segundo momento, discutiremos as motivações políticas e suas conseqüências por ocasião da publicação do Parecer CNE/CEB 28/2006 que institucionaliza a obrigatoriedade da Filosofia no Ensino Médio. Pretende-se, então, realizar uma reflexão sobre a prática do ensino de Filosofia partindo tanto da natureza específica deste campo de conhecimento como, também, dos contextos sócioeducacionais que a educação brasileira encontra-se. Sendo assim, se tomarmos a Filosofia enquanto um método de investigação cujo fim não é o fornecimento de respostas, mas, sim, um constante exercício e estímulo do espírito crítico, então, como este trabalho pretende provar, teríamos um ganho maior trabalhando concomitantemente com duas propostas: (i) o ensino através da competência em argumentação (Filosofia da linguagem) (ii) visando o desenvolvimento de habilidades.

PALAVRAS CHAVE: argumentação, ensino médio, prática docente em filosofia

Texto na íntegra: clique aqui.

 

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