Category Archives: Conscience

CULPA E MÁ CONSCIÊNCIA EM NIETZSCHE E FREUD – Eduardo Sugizaki

 

 

 

Parte-se das interrogações de Nietzsche e de Freud sobre a agressividade do animal homem. Pela via da epistemologia francesa, procura-se colocar essas interrogações no solo comum do nascimento das ciências da vida. Procura-se levantar as conseqüências que o Estado, na obra de Nietzsche, e a civilização (

Kultur), na obra de Freud, trouxeram em termos de alteração da agressividade humana. Apesar da diversidade de caminhos, as obras dos dois autores tangenciam-se na idéia de que a agressividade que não pode ser manifestada livremente, pela pressão do Estado ou da civilização, retorna para dentro do indivíduo e contra ele próprio, produzindo o que Freud chama de culpa e o que Nietzsche chama de má consciência moral. A via de Freud, diferentemente da de Nietzsche, atravessa a idéia de instância da mente. Em ambos os autores, uma referência ao estágio primitivo da evolução humana é determinante.

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§ 354, Gaia Ciência – Nietzsche

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Friedrich Nietzsche: justiça e ação – Eduardo Rezende Melo

A dissertação de mestrado “Justiça e ação no pensamento nietzscheano” foi defendida na PUC/SP, em dezembro de 2002, sob orientação do professor Peter Pal Pélbart. A banca foi composta pelos professores Ernani Chaves e Maria Cristina Franco Ferraz. O objetivo da tese é acompanhar nas obras de Nietzsche a sua crítica à justiça, tal como entendida pela tradição, e a sua tentativa de transvaloração deste valor, em íntima ligação com a ação. Leia a seguir a íntegra do capítulo “Genealogias da Cultura e da Justiça”, referente à “Genealogia da Moral”.

Clique aqui para conferir um comentário sobre a tese

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O desconforto na moral: Freud, Nietzsche e a transvaloração da consciência – Ronel Alberti da Rosa

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FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO: A – INDEPENDÊNCIA E DEPENDÊNCIA DA CONSCIÊNCIA-DE-SI: DOMINAÇÃO E ESCRAVIDÃO

G. W. F. Hegel

     178 – [Das Selbstbewusstsein] A consciência-de-si é em si e para si quando e porque é em si e para si para uma Outra; quer dizer, só é como algo reconhecido. O conceito dessa sua unidade em sua duplicação, [ou] da infinitude que se realiza na consciência-de-si, é um entrelaçamento multilateral e polissêmico. Assim seus momentos devem, de uma parte, ser mantidos rigorosamente separados, e de outra parte, nessa diferença, devem ser tomados ao mesmo tempo como não-diferentes, ou seja, devem sempre ser tomados e reconhecidos em sua significação oposta.

     O duplo sentido do diferente reside na [própria] essência da consciência-de-si: [pois tem a essência] de ser infinita, ou de ser imediatamente o contrário da determinidade na qual foi posta. O desdobramento do conceito dessa unidade espiritual, em sua duplicação, nos apresenta o movimento do reconhecimento. Continue reading

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