Sonic Youth – The Empty Page

Leave a comment

Filed under empty page, Indie, Music, Sonic Youth, YouTube

Só: sozinho, solitário.

Se escrever sobre algo refletisse um pensamento e, se todo pensamento, refletisse um modo de ser e se, isso tudo, fosse chamado de filosofia, então, este seria um texto filosófico. Mas, se assim fosse, (porque isto não é um texto, e porque não pode ser considerado filosófico), chamar-se-ia de ‘Um ensaio acerca da sinonímia solitário-sozinho’. Continue reading

1 Comment

Filed under alone, Descartes, God, lonely, pedantism, Self, solitary, solo

Memória, desejo, Mecânica

Ao observar seu rosto no espelho, verifica o cabelo.
Verifica a barba e imagina se, de fato, está bonito. Ou, já que nunca achou-se digno, possuidor, de beleza; verifica se está… apresentável.

É natal: “E, ela só não me deu um pé-na-bunda, naquele dia, só porque eu lhe dei um belo presente. Assim, ela esperou mais algumas horas, após a festinha, esperou o amanhecer, esperou o almoço passar, esperou que eu acordasse. Fez questão de ligar e, em 15 minutos, tinha terminado tudo. Ainda lembro o vazio que ela me jogou: odeio lembrar do vazio.” Continue reading

Leave a comment

Filed under Uncategorized

A arte não compensa – Juremir Machado

Finalmente se sabe o que significa Bric, a sigla que contempla Brasil, Rússia, Índia e China como emergentes. Quer dizer Baixaria, Roubo, Impunidade, Corrupção. Os quatro países do futuro aparecem neste presente sem glória entre os campeões de suborno num ranking da Transparência Internacional. É aquela história do sujeito que cometeu uma pequena infração de trânsito e ouviu da autoridade competente: ‘Existem 50 maneiras de corrigir esse tipo de erro’. Ou daquele outro, acostumado a lidar com gente rápida no gatilho, que, pego em situação ‘desagradável’, disparou primeiro: ‘Negociação é tudo’. Ouviu o que desejava: ‘Eu não estou aqui para julgar’. Continue reading

1 Comment

Filed under A arte não compensa, aesthetics, Arts, Correio do Povo, Juremir Machado, Sociology

Carta desesperada #7040

Foi como um mergulho. Profundo, daqueles que a gente fica azul, fica sem ar, quase se desespera (desesperaria se não estivesse fingindo), mas sempre tem a volta: a gente sempre volta.

Por mais fundo que se vá, por mais fundo que eu já tenha ido, por mais fundo, sempre tem volta. ou não? a gente acredita, pelo menos. porque acredita? eu não sei, mas acredita. a gente mente, mente prá si e pros outros, mas, em alguma hora, a gente acredita.

Talvez porque saiba que, se não acreditar, se só mentir, se não voltar… afoga.

[em memória de Cácio Gabriel]

Leave a comment

Filed under Uncategorized

Daniela Mercury & Timbalada “Beija Flor” (1993)

Leave a comment

Filed under beija flor, Daniela Mercury, Music, Timbalada, YouTube

If it were left up to me – Sly & the Family Stone

If it were left up to me
It would take more than a notion
If it were left up to me
We could put ideas in motion
Had it been left up to you
Would you try?
If it were left up to me
I would try.

If it were left up to me
We would live in a bubble
If it were left up to me or you
We would stay out of trouble
But it’s the way that they do
(what is wrong)
Makes you cry
But still it’s left up to you
What to try.

If it were left up to you
Would you sigh and forget it?
Are you so stupid to see
If you live to regret it?
Now that it’s left up to me and you
Will you try?
I promise from me to you
I will try
Cha cha cha.

Leave a comment

Filed under Music, Sly & the Family Stone